Pop/rock eclético. Músicas disponíveis nos sites: www.bandasdegaragem.com.br/arquimeds www.palcoprincipal.com/arquimeds www.myspace.com/arquimeds http://www.facebook.com/pages/Arquimeds/106817862687125
sábado, 15 de outubro de 2011
Arquimeds no top 10!!!!
A banda Arquimeds conseguiu emplacar duas músicas no top 10 da radionline! As músicas "Outro Dia" e "Detritos rebuscados, prestígios abalados" ficaram respectivamente em primeiro e sexto lugar essa semana! Parabéns ao rock paraibano!!!
sábado, 17 de setembro de 2011
O que é política?
De acordo com o dicionário é a ciência do governo dos povos, direção de um Estado e determinação das formas de sua organização; conjunto dos negócios de Estado, maneira de os conduzir; ciência política, ramo das ciências sociais que trata do governo e da organização dos Estados.
De acordo com o cidadão brasileiro consciente, é a maneira de utilizar dinheiro público em grande quantidade de maneira ilegal sem punição; ciência da legalização não legalizada de tudo que é anti-ético em relação à administração de um Estado ou território popularizado, em benefício próprio do governante ou qualquer autoridade eleita de forma democrática. Sinônimo de corrupção.
De acordo com o cidadão brasileiro consciente, é a maneira de utilizar dinheiro público em grande quantidade de maneira ilegal sem punição; ciência da legalização não legalizada de tudo que é anti-ético em relação à administração de um Estado ou território popularizado, em benefício próprio do governante ou qualquer autoridade eleita de forma democrática. Sinônimo de corrupção.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
A música está deixando de ser arte.
Não há atenção enquanto se ignora a realidade. O músico hoje em dia, em início de carreira, não consegue ser ele mesmo, talvez depois que seu trabalho tiver êxito. Enquanto gravadoras e produtoras se acharem donas da cultura musical do país, esta não se diversificará e não evoluirá, para assim contribuir com o pensamento e a filosofia do progresso útil (redundância necessária). Como já disse em outro texto, a música é a forma de arte que mais influencia o comportamento social. Não é à toa que graças às grandes gravadoras e produtoras musicais, cada vez mais a música se afasta da arte, e passa a ser apenas um conjunto de meras confluências repetitivas de sons sem significado, movida a falsas perfeitas aparências implantadas à força nas mentes ainda em formação.
O sentimentalismo está sendo excessivamente utilizado, e tratado de forma fútil, sem conteúdo poético, feito de qualquer jeito, seguindo a receita da insistente repetição de arranjos e rimas pobres. Tudo para suprir um público carente que persegue de forma utópica uma emoção ou sentimento que acha que aquele "artista" tem pra oferecer. Não estou criticando a simplicidade, mas a futilidade. Os cantores passaram a ser atores, os empresários são economistas ou publicitários sem conhecimento musical, e eles estão afastando a música da arte; tudo em nome da ganância explorando a ingenuidade do público na sua maioria. Temos que repensar aquela frase: "gosto não se discute". Se não há discussão, como pensar ou refletir a respeito desse assunto, ou de qualquer outro? Enquanto as músicas idolatrarem bêbados, sentimentalismo barato e exploração hipócrita da desgraça alheia (nesse caso estou me referindo à grande maioria dos rap's) sem conteúdo, e desmerecendo a música por trás da letra, a arte na música estará morrendo.
O sentimentalismo está sendo excessivamente utilizado, e tratado de forma fútil, sem conteúdo poético, feito de qualquer jeito, seguindo a receita da insistente repetição de arranjos e rimas pobres. Tudo para suprir um público carente que persegue de forma utópica uma emoção ou sentimento que acha que aquele "artista" tem pra oferecer. Não estou criticando a simplicidade, mas a futilidade. Os cantores passaram a ser atores, os empresários são economistas ou publicitários sem conhecimento musical, e eles estão afastando a música da arte; tudo em nome da ganância explorando a ingenuidade do público na sua maioria. Temos que repensar aquela frase: "gosto não se discute". Se não há discussão, como pensar ou refletir a respeito desse assunto, ou de qualquer outro? Enquanto as músicas idolatrarem bêbados, sentimentalismo barato e exploração hipócrita da desgraça alheia (nesse caso estou me referindo à grande maioria dos rap's) sem conteúdo, e desmerecendo a música por trás da letra, a arte na música estará morrendo.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Ótimo texto de Ariano Suassuna sobre o forró estilizado.
Esse texto foi publicado no blog de Ellen Lacerda: "Alguma coisa está fora de ordem ... O escritor Ariano Suassuna em uma matéria publicada num jornal sobre o chamado forró estilizado, que está lotando casas de show e praças públicas, principalmente nas cidades interioranas do Nordeste, ficou escandalizado ao ouvir algumas das músicas de várias bandas que seguem essa linha grotesca, do achincalhe e da desmoralização a mulher. As suas considerações renderam críticas e durante uma das suas aulas-espetáculo, ano passado, ele foi bastante criticado, por ter `malhado´ uma música da banda Calipso, apontada de mau gosto. Quando mostraram a Ariano algumas letras das bandas desse tipo de `forró´, ele exclamou: `Eita, que é pior do que eu pensava´. Do que ele pensava e do que muito mais gente jamais imaginou. Para conhecer algumas letras e as respectivas bandas, Ariano foi na fonte e lá se deparou com "Calcinha no chão" (Banda Caviar com Rapadura),"Zé Priquito" (Cantor Duquinha), "Fiel à putaria" (Banda de Felipão Forró Moral), "Chefe do puteiro" (Banda Aviões do forró), "Mulher roleira" (Banda Saia Rodada), "Mulher roleira a resposta" (Banda Forró Real). Encontrou também "Chico Rola" (Banda Bonde do Forró), "Banho de língua" (Banda Solteirões do Forró), "Vou dá-lhe de cano de ferro" (Banda Forró Chacal), "Dinheiro na mão, calcinha no chão" (Banda Saia Rodada), "Sou viciado em putaria" (Banda Ferro na Boneca), "Abre as pernas e dê uma sentadinha" (Banda Gaviões do forró), "Tapa na cara, puxão no cabelo" (Banda Swing do forró) entre tantas "pérolas" desta artilharia que anda povoando a mentes de quem, parece não pensa, desconhece a boa música brasileira. Diante de todas essas possibilidades, Ariano Suassuna disse que toda essa esculhambação tem uma origem. Veja o que escreveu o mestre: "O culpado desta `desculhambação´ não é culpa exatamente das bandas ou dos empresários que as financiam, já que na grande parte delas, cantores, músicos e bailarinos são meros empregados do cara que investe no grupo. O buraco é mais embaixo. " Faço um paralelo com o turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia, quando o país estava esfacelando-se. Dilacerado por guerras étnicas, em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As estrelas do turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das bandas de `forró´, parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde. Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos Alternativos de Belgrado, Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e relevou o primitivismo estético. Pior, o glamour, a facilidade estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia, que, por sua vez, dominava o governo. Aqui o que se autodenomina `forró estilizado´ continua de vento em popa. Tomou o lugar do forró autêntico nos principaisarraiais juninos do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno lamentável e merecedor de maior atenção. Quando um vocalista de uma banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade, com presença de autoridades competentes (e suas respectivas patroas) pergunta se tem `rapariga na platéia´, alguma coisa está fora de ordem. Quando canta uma canção (canção ?!!!) que tem como tema uma transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é " E vou dá-lhe de cano de ferro/e toma cano de ferro!´, alguma coisa está muito doente. Sem esquecer que uma juventude cuja cabeça é feita por tal tipo de música é a que vai tomar as rédeas do poder daqui a alguns poucos anos, não precisa dizer mais nada. A minha opinião comunga com a do mestre e de tanta gente que gosta da boa música brasileira. O que percebo é que essas "músicas" incentivam e estimulam a violência; tornam as relações banais e fazem acreditar que a porrada e a falta de respeito entre as pessoas estão "na crista da onda". Neste sentido, a vida perde toda a sua essência. O que nos move é o princípio do prazer.""
sábado, 9 de abril de 2011
Influência da música no comportamento.
É inegável que a música é a forma de arte que mais influencia o comportamento humano, principalmente por ser a de mais fácil acesso e mais atrativa ao nosso sistema sensorial. Isso se comprova quando vemos o tipo de comportamento ilustrado nas músicas de bandas que se dizem tocar forró ou sertanejo ou funk carioca ou pagode, quando, na verdade, o tipo de música que elas tocam é um pop/brega de baixa qualidade; onde o que mais importa é letra com ênfase em comportamentos depreciativos associada a um arranjo extremamente pobre por coveniência.
Bom, nesses shows, ou mesmo em bares onde este tipo de música toca, observa-se uma série de desvios de valores feitos de forma explícita por aqueles que ali frequentam, buscando uma fama temporária de comediante de quinta categoria, ou mesmo uma necessidade de exibição de seus preconceitos, para assim conseguir popularidade, e o preocupante é que eles estão conseguindo. Quando digo de forma explícita, refiro-me a comportamentos obscenos que se sustentam, basicamente em depreciar o ser humano, principalmente o gênero feminino através de palavras de baixo escalão pronunciados em alto volume. Tudo alimentado pela influência do álcool, outro fator bastante valorizado por essas bandas. Lembra do "beber, cair e levantar"?
Há cerca de 15 anos, este tipo de comportamento era praticado basicamente por homens, mas, hoje em dia, até mesmo mulheres são flagradas diariamente praticando os mesmos atos, e ainda se depreciando, cantando músicas que rebaixam de forma extrema a figura feminina. E essas mesmas músicas são cantadas por crianças, aplaudidas por seus pais, que erguem seus copos de bebida alcoólica de forma enfática, e cantam junto.
Enfim, exponho aqui este meu protesto porque como médico, é meu dever alertá-los sobre esse mau que é causa de várias condições patológicas com as quais me deparo diariamente, como gravidez na infância e adolescência, doenças sexualmente transmitidas, a própria embriaguês (coma alcoólico, cirrose hepática), traumas físicos (agressões com armas brancas ou de fogo ou mesmo através de brigas), transtornos psiquiátricos (principalmente em parentes de indivíduos frequentadores assíduos desses shows ou bares), doenças cardiovasculares como miocardiopatia dilatada, desnutrição (principalmente em alcoólatras).
A grande maioria dos problemas sociais começa na admiração desse tipo de música. Portanto, músicos, tenhamos mais cuidado e respeito pela arte, preocupando-se sempre na qualidade da música e não na sua depreciação, pois ela definitivamente está influenciando o comportamento social destrutivo.
Bom, nesses shows, ou mesmo em bares onde este tipo de música toca, observa-se uma série de desvios de valores feitos de forma explícita por aqueles que ali frequentam, buscando uma fama temporária de comediante de quinta categoria, ou mesmo uma necessidade de exibição de seus preconceitos, para assim conseguir popularidade, e o preocupante é que eles estão conseguindo. Quando digo de forma explícita, refiro-me a comportamentos obscenos que se sustentam, basicamente em depreciar o ser humano, principalmente o gênero feminino através de palavras de baixo escalão pronunciados em alto volume. Tudo alimentado pela influência do álcool, outro fator bastante valorizado por essas bandas. Lembra do "beber, cair e levantar"?
Há cerca de 15 anos, este tipo de comportamento era praticado basicamente por homens, mas, hoje em dia, até mesmo mulheres são flagradas diariamente praticando os mesmos atos, e ainda se depreciando, cantando músicas que rebaixam de forma extrema a figura feminina. E essas mesmas músicas são cantadas por crianças, aplaudidas por seus pais, que erguem seus copos de bebida alcoólica de forma enfática, e cantam junto.
Enfim, exponho aqui este meu protesto porque como médico, é meu dever alertá-los sobre esse mau que é causa de várias condições patológicas com as quais me deparo diariamente, como gravidez na infância e adolescência, doenças sexualmente transmitidas, a própria embriaguês (coma alcoólico, cirrose hepática), traumas físicos (agressões com armas brancas ou de fogo ou mesmo através de brigas), transtornos psiquiátricos (principalmente em parentes de indivíduos frequentadores assíduos desses shows ou bares), doenças cardiovasculares como miocardiopatia dilatada, desnutrição (principalmente em alcoólatras).
A grande maioria dos problemas sociais começa na admiração desse tipo de música. Portanto, músicos, tenhamos mais cuidado e respeito pela arte, preocupando-se sempre na qualidade da música e não na sua depreciação, pois ela definitivamente está influenciando o comportamento social destrutivo.
domingo, 6 de março de 2011
Álbum: Arquimeds
Produzido por Fernando 'Nando' Fernandes
Co produzido por Luis Rudge
Gravado e mixado no Estudio 500 SP
Gravacao e edicoes Luis Rudge
Mixagem Luis Rudge e Fernando Fernandes
Masterizacao: INLINE MASTERING por WIM BULT
Bateria: Fabio Galio
Baixo: Fernando Fernandes
Guitarras: Alexandre Galio
Teclados: Zeze Fischer
Violao: Fernando Fernandes
Acordeon: Galdino
Teclados adicionais (cordas): Luis Rudge
Vocal: Gadiel Anselmo
BANDA ORIGINAL:
Gadiel Anselmo - vocal, violão e composição
Alexandre Suassuna - Bateria e composição
Joab Rodrigues - Guitarra solo e segunda voz
Glaucus Rafael - Guitarra base
Arlindo Félix - Baixo
Bruno Leandro - composição
Produzido por Fernando 'Nando' Fernandes
Co produzido por Luis Rudge
Gravado e mixado no Estudio 500 SP
Gravacao e edicoes Luis Rudge
Mixagem Luis Rudge e Fernando Fernandes
Masterizacao: INLINE MASTERING por WIM BULT
Bateria: Fabio Galio
Baixo: Fernando Fernandes
Guitarras: Alexandre Galio
Teclados: Zeze Fischer
Violao: Fernando Fernandes
Acordeon: Galdino
Teclados adicionais (cordas): Luis Rudge
Vocal: Gadiel Anselmo
BANDA ORIGINAL:
Gadiel Anselmo - vocal, violão e composição
Alexandre Suassuna - Bateria e composição
Joab Rodrigues - Guitarra solo e segunda voz
Glaucus Rafael - Guitarra base
Arlindo Félix - Baixo
Bruno Leandro - composição
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